116 - Por que a Educação ainda não foi prioridade em 2016? (Parte 2)

Educar é uma tarefa que nunca foi fácil no Brasil. Como é possível ser professor no ensino público, transmitir conhecimento e ainda desenvolver o potencial máximo de seus alunos em uma sala super lotada, com estrutura deficiente e com todo o sistema "trabalhando" contra você?

Quando voltamos nossos olhares para as instituições particulares o problema não fica menor. Também há deficiências no sistema, além do custo financeiro para os pais, que se veem obrigados a matricular os filhos em colégios particulares para que consigam mais condições para pleitear oportunidades nos vestibulares da vida.

Vestibulares esses que, aliás, também são formas deficientes de avaliação e que tornam o ensino médio uma etapa de tensão e de disputa para alcançar o melhor lugar possível no ensino superior.

No ano de 2016 todos esses cenários citados continuaram existindo, mas as perspectivas de futuro foram afetadas com a discussão de várias medidas impopulares para uma grande parte da população.

Reforma do Ensino Médio, do ENEM, PEC 241, discussão sobre ensino de ideologia de gênero e Escola Sem Partido foram algumas das pautas que estiveram em discussão neste ano. Além disso, a valorização dos profissionais da educação também não foi a ideal e os estudantes insatisfeitos fizeram das escolas o palco para suas reivindicações.

Neste episódio trouxemos professores de regiões diferentes do país para falar de educação, das reviravoltas que ocorreram em 2016 e sobre o que esperar para os próximos anos. Então, prepare-se para um debate acalorado com o ponto de vista importantíssimo justamente de quem não foi consultado para todas as mudanças no ensino: os nossos amados mestres. Escolham suas carteiras, preparem as canetas azul e preta, lápis A4 e grafite 0.5 e vamos voltar nossos olhares para a educação, nesse PQPCAST!


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115 - Por que a Educação ainda não foi prioridade em 2016? (Parte 1)

Educar é uma tarefa que nunca foi fácil no Brasil. Como é possível ser professor no ensino público, transmitir conhecimento e ainda desenvolver o potencial máximo de seus alunos em uma sala super lotada, com estrutura deficiente e com todo o sistema "trabalhando" contra você?

Quando voltamos nossos olhares para as instituições particulares o problema não fica menor. Também há deficiências no sistema, além do custo financeiro para os pais, que se veem obrigados a matricular os filhos em colégios particulares para que consigam mais condições para pleitear oportunidades nos vestibulares da vida.

Vestibulares esses que, aliás, também são formas deficientes de avaliação e que tornam o ensino médio uma etapa de tensão e de disputa para alcançar o melhor lugar possível no ensino superior.

No ano de 2016 todos esses cenários citados continuaram existindo, mas as perspectivas de futuro foram afetadas com a discussão de várias medidas impopulares para uma grande parte da população.

Reforma do Ensino Médio, do ENEM, PEC 241, discussão sobre ensino de ideologia de gênero e Escola Sem Partido foram algumas das pautas que estiveram em discussão neste ano. Além disso, a valorização dos profissionais da educação também não foi a ideal e os estudantes insatisfeitos fizeram das escolas o palco para suas reivindicações.

Neste episódio trouxemos professores de regiões diferentes do país para falar de educação, das reviravoltas que ocorreram em 2016 e sobre o que esperar para os próximos anos. Então, prepare-se para um debate acalorado com o ponto de vista importantíssimo justamente de quem não foi consultado para todas as mudanças no ensino: os nossos amados mestres. Escolham suas carteiras, preparem as canetas azul e preta, lápis A4 e grafite 0.5 e vamos voltar nossos olhares para a educação, nesse PQPCAST!


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44 - Por Que Reforma Politica?

Os protestos de 2013 deixaram os políticos em polvorosa. Com o gatilho puxado pelo aumento das tarifas no transporte público, as manifestações começaram com centenas de pessoas. A repressão que partiu das autoridades policiais e governamentais, atingindo até mesmo profissionais da mídia, foi o combustível para o movimento. O que eram centenas, passaram a ser milhares e os milhares passaram a ser milhões, tudo isso em poucos dias. Mas o que isso tem a ver com o tema de hoje?

Tudo! Essas pessoas que iam às ruas trouxeram, junto de si, suas próprias bandeiras e reivindicações. Cada uma a sua maneira. Unidos, mesmo por um pequeno período de tempo, pessoas de todas as classes e alinhamentos políticos tinham uma certeza, os políticos não estavam representando o povo. Sem organização as pessoas nas ruas gritavam suas reivindicações. A invasão do congresso nacional, e o cerco aos palácios governamentais acuavam e preocupavam as autoridades. Isso trazia a esperança de que os políticos ouvissem os gritos vindos das ruas. Rapidamente foram agendadas reuniões entre as autoridades e as medidas para uma reforma política começaram a ser discutidas.

Um ano se passou, em 2014 os protestos se diluíram e esfriaram. Por causa de um ano eleitoral e de uma Copa do Mundo o cenário político, apesar de ainda tenso, conseguiu se manter estável o suficiente para que muitas das autoridades acuadas se reelegessem, tanto em níveis estaduais quanto federal. A promessa de uma reforma política, apesar de abordada superficialmente durante a campanha, foi reforçada e todos tinham a esperança de que ela ocorresse de forma satisfatória. Mas satisfatória para quem? Nesse episódio vamos entender os pontos principais dessa "reforma", questionar o porquê dela e, principalmente, o que podemos esperar de tudo isso. Aperte PQPCast e confirme!


Resultado da Pesquisa que os ouvintes responderam.


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